Numa tentativa de pôr cobro às fraudes no domínio do IVA, a Comissão Europeia pretende criar uma rede europeia que permita às autoridades ter acesso aos dados dos contribuintes de outros países, informa o euobserver.com. O sistema "Eurofisc" terá por objectivo combater as fraudes de tipo "carrossel", um esquema segundo o qual uma pessoa compra mercadorias isentas de IVA num país e as vende com o IVA incluído noutro país, metendo o valor do imposto ao bolso.
As estimativas indicam que os Governos europeus perdem entre 200 e 250 mil milhões de euros por ano em receitas do IVA, o que equivale a cerca de 10% das receitas deste imposto. Apesar de ser susceptível de aliviar a pressão sobre os orçamentos de Estado, esta iniciativa poderá enfrentar a oposição dos Governos nacionais. Um alto funcionário da UE acrescentou que teriam de ser acordadas regras rígidas, antes da criação desta potencialmente controversa base de dados, uma vez que o plano requer o apoio unânime dos 27 países.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.