Um dos mitos mais divulgados em Itália é de que "os imigrantes roubam empregos ao povo italiano". Um estudo do Banco de Itália divulgado pelo Corriere della Sera destrói definitivamente essa teoria, ao comprovar que "o crescimento da presença estrangeira em Itália nos últimos anos não se tem reflectido em menos oportunidades de emprego para italianos", antes incentivou "mais espaço de emprego".
De acordo com o estudo , nos últimos dez anos o fluxo de imigrantes ajudou a contrapor o progressivo envelhecimento da população. Isso tornou possível suster a economia e dar novas oportunidades aos italianos, especialmente as mulheres e os cidadãos com mais habilitações. As mulheres beneficiaram da presença de mais serviços para crianças e de apoio a idosos "devido à presença de estrangeiros". Mais uma razão, de acordo com o Banco de Itália, para se tratar com cuidado da integração e dar atenção às gerações mais novas. "As novas gerações de estrangeiros representam uma grande parte da mão-de-obra futura do país, mas têm taxas significativas de insucesso escolar".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.