“Dívida: corrida contra o tempo nos Estado Unidos”, anuncia o diário Les Echos, enquanto o braço de ferro entre os republicanos e os democratas continua sobre as soluções para evitar um possível incumprimento americano. “O mais surpreendente, visto da Europa, é a atitude dos investidores quanto a esse risco americano”, analisa o diário económico. “Enquanto a mínima hesitação do velho continente faz aumentar as taxas de interesse e diminuir os mercados bolseiros, a perspetiva de um incumprimento por parte do tio Sam não os aquece nem arrefece, até ao momento”.
“Existe uma direção otimista para os Estados Unidos, assim como existe uma direção pessimista para a Europa”, explica o diário Les Echos, que relembra que “apesar do crescimento por pessoa e a criação de emprego serem elevados deste lado do Atlântico, do outro lado ninguém tem conhecimento”. Este fenómeno não se inverterá enquanto não for encontrada uma solução política: “a Zona Euro não deixará de preocupar até existir uma liderança coerente e compreensível”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.