"Chamas do ódio", diz o título do Belfast Telegraph. Este diário da Irlanda do Norte publica a fotografia de um polícia antimotim com o capacete a arder, no fim da segunda noite de violência em Belfast. No momento em que a época dos desfiles dos lealistas atinge o ponto mais alto e os protestantes organizam marchas em toda a província, para comemorar a vitória do Príncipe Guilherme de Orange sobre o rei católico Jaime II, na batalha de Boyne, em 1690, verificaram-se confrontos, na segunda e terça-feira, em Belfast, quando os nacionalistas tentaram bloquear os desfiles que passavam por zonas católicas ou perto delas. Este diário, tradicionalmente unionista, responsabiliza grupos nacionalistas dissidentes, que se opõem ao processo de paz para a Irlanda do Norte, e que "enviam os seus membros para zonas críticas, onde estes incentivam os jovens locais, muitos dos quais envolvidos em pequenos delitos, a desafiar a polícia".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.