“Jean-Claude Trichet pede um Ministério das Finanças europeu para proteger o euro, destaca El Mundo, e “defende uma confederação que aplique uma políticafiscal comum a longo prazo.” A 10 de julho, numa reunião económica em Aix-en-Provence, o presidente do Banco Central Europeu, apelou a uma política fiscal comumcom “ministro e Ministério Federal”. “As dificuldades da organização do segundo plano de resgate à Grécia continuam a colocar preto no branco a urgência de reforçara governação económica da UE”, considera El Mundo. “A crise da Europa resolve-se com mais Europa”, refere o diário, pelo que a proposta de Trichet “deve ser ouvida”, pois permitiria unificar a dívida pública dos 27 Estados-membros ecolocar “um ponto final” nos ataques especulativos contra as economias mais fracas da zona euro.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.