"San Sebastian abre-se ao mundo", titula o jornal El Correo, na sequência da decisão do Ministério da Cultura de designar a cidade basca como Capital Europeia da Cultura para 2016 (juntamente com Wroclaw, na Polónia), preferindo-a a cinco outras cidades espanholas. O júri foi convencido pelo esforço de San Sebastian (Donostia, em basco) "para superar a violência e colocar a cultura ao serviço da paz e da coabitação", salienta o diário basco. Um verdadeiro teste para a nova administração da cidade, conquistada pela coligação independentista Bildu nas eleições de 22 de maio, como recorda o El Correo. O jornal observa ainda que a nomeação da cidade marca a "mudança política em San Sebastian”, anteriormente administrada pelo Partido Socialista. A decisão foi, naturalmente, criticada pelos apoiantes das outras cidades em disputa (onde se incluíam Saragoça e Córdoba), que a classificaram como eminentemente política.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.