“Grã-Bretanha toma partido”, titulo o The Independent, no momento em que o líder trabalhista, Ed Miliband, se junta a David Cameron para incentivar os sindicatos a não avançarem com a greve geral marcada para 30 de junho. Prevê se uma adesão de 750 mil professores e funcionários públicos na greve de 24 horas contra as propostas do Governo sobre o corte das pensões. “Para além dos 2 milhões de crianças que se prevê tenham o dia livre, com piquetes à entrada das escolas, os passageiros dos aeroportos foram aconselhados a não viajar por causa da greve do pessoal da imigração”, refere o diário londrino, adiantando que “os tribunais preveem aplicar um serviço de apoio”. Depois das declarações do primeiro ministro David Cameron, de que as greves eram “erradas”, o líder do Partido Trabalhista, historicamente ligado ao movimento sindical, pediu às duas partes que “pensem melhor”. De acordo com Ed Milliband, “as greves são um sinal de falhanço mútuo e a ação agendada para quinta feira é um erro”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.