Faz parte das atribuições da Organização para a Segurança e Cooperação Europeia (OSCE), levar a cabo "projectos de apoio ao bom desenrolar de eleições, desde a preparação ao acompanhamento das mesmas". É desta forma que se fundamenta em Spiegel Online, a decisão da 'OSCE de enviar doze observadores para acompanhar durante várias semanas,o quadro jurídico, a campanha eleitoral, a cobertura mediática e a votação marcada para 17 de Setembro na ... Alemanha. "Isto nunca se viu", espanta-se a publicação. A OSCE que actua geralmente em estados de reputação duvidosa ou em democracias ainda jovens, "quer controlar o bom andamento das legislativas alemãs". O motivo apresentado tem a ver com o muito contestado afastamento de alguns pequenos partidos, seja por razões formais, seja por insuficiência de assinaturas de apoio.. "São decisões erradas que deveriam ser repensadas", alerta um especialista em direito constitucional: "sob pena de ter que se organizar uma nova votação".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.