A revelação de divisões na nova Aliança dos Conservadores e Reformistas Europeus (ECR) mostra-se comprometedora para David Cameron. Sobretudo após o líder da coligação, o polaco Michal Kaminski, ter apoiado publicamente o Tratado de Lisboa. escreve The Observer. David Cameron, líder eurocéptico dos conservadores britânicos, juntamente com 25 euro-deputados do seu partido, adverte que o Tratado irá conduzir a uma espécie de federalismo europeu. Kaminski, do Partido do Direito e da Justiça Polaco (PiS), argumentou que "o presidente [polaco] Kaczynski conseguiu negociar um Tratado de Lisboa que garante a soberania polaca". Como se isso não bastasse, Kaminski apelou à Aliança para apoiar a Política Agrícola Comum, vista pelos Conservadores como símbolo da intromissão europeia nas políticas nacionais. A nova relação dos Tories com a ECR (após o fim do acordo com o Partido Popular Europeu, assumidamente pró-integração europeia), já tinha dado problemas devido às alegadas tendências homofóbicas e anti-semíticas de Kaminski.
Parlamento Europeu
Kaminski compromete Cameron
10 agosto 2009
Presseurop
The Observer
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.