"Mais um golpe para a Espanha em plena crise do euro: FMI faz pressão", titula o diário El Periódico, um dia depois da publicação, pela instituição internacional, das conclusões preliminares de uma missão de avaliação em Espanha. O FMI "exige ao Governo espanhol um ajuste suplementar de 20 milhões de euros em 3 anos". A instituição "faz o elogio" das reformas postas em curso pelo primeiro ministro José Luís Zapatero, mas considera, porém, que a recente reforma do mercado de trabalho é "limitada" e que os riscos na economia espanhola continuam a ser "consideráveis". O FMI aconselha um aprofundamento das reformas "corajoso", com uma retoma "gradual mas incompleta". Para o FMI, as regiões e os municípios constituem a "principal fonte de incerteza" em relação ao cumprimento dos objetivos de controlo do défice, conclui El Periódico.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.