"UE lança esperança com ajuste das regras da ajuda financeira", afirma o Irish Independent, que refere a atitude um pouco mais otimista do Governo irlandês após as recentes reformas da UE. A chamada barreira de segurança, criada pela UE para proteger a Irlanda e Portugal da crise da dívida grega, poderá levar os investidores a recomeçar a dar crédito à Irlanda dentro de dois anos. Fontes governamentais disseram ao Independent que a Irlanda e a França redobraram as negociações de bastidores sobre a redução dos juros da ajuda ao país. Os ajustes ao Mecanismo Europeu de Estabilização, que irá substituir o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira, em 2013, devem, de acordo com o ministro das Finanças, Michael Noonan, ajudar a Irlanda a retomar os mercados. Boas notícias, afirma o editorial do Independent. "O caminho será longo e espera-se mais sofrimento. Mas, pelo menos, há o reconhecimento de que nos estamos a esforçar ao máximo".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.