"O conflito sobre o controlo da fronteira germano-dinamarquesa agrava-se" traz o diário dinamarquês conservador Berlingske em destaque. O jornal explica que o Governo alemão, que inicialmente não se tinha pronunciado sobre a decisão de Copenhaga de restabelecer o controlo da fronteira entre os dois países, critica atualmente os dinamarqueses. O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, Werner Hoyer, publicou ontem um artigo de opinião no Berlingske, no qual, sem citar abertamente países, sublinha: "Os que lamentam os controlos de fronteiras negam os resultados primordiais obtidos pela Europa e brincam com o fogo do nacionalismo". Esta afirmação foi qualificada de "puramente balofa" pelo ministro da Defesa dinamarquês, o conservador Lars Barfoed, segundo o jornal.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.