Depois de ter havido duas evasões num só mês, a classe política belga tenta fazer face à multiplicação das fugas de presidiários:em três anos, 80 prisioneiros conseguiram evadir-se da prisão, alguns dos quais de helicóptero. De Standaard escreve que "uma prisão sem fugas é uma utopia visto que estes estabelecimentos servem dois propósitos.Por um lado, privar os detidos da sua liberdade e, por outro, prepará-los para a sua reintegração na sociedade, o que implica todo o tipo de contactos com o mundo exterior".
O diário flamengo sugere oito estratégias para combater a evasão.Para além da instalação de uma malha anti-helicópteros, da modernização dos estabelecimentos prisionais e da formação dos guardas prisionais, este jornal defende um melhor acompanhamento dos detidos, uma vez que "é do interesse dos próprios e também da sociedade uma correcta preparação para a reinserção social". Segundo Tony Van Pars, especialista judiciário cristão-democrata, é preciso olhar para os países escandinavos: "os detidos devem beneficiar de um acompanhamento individual e ter a possibilidade de fazer terapia, receber formação, trabalhar, praticar desporto e de se divertirem".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.