Na véspera do dia 1 de Agosto – Festa Nacional da Suiça –, o clube helvético lança um apelo solene a favor da adesão do seu país à União Europeia.Na opinião de um grupo de intelectuais suiços signatários do texto, a adesão à UE permitiria ao país participar no debate europeu. Isolada pela crise, "a Suíça carrega o peso da solidão", comenta Le Temps ."Reclamar a virtude e a neutralidade do país (…) já não faz grande sentido nem tem muita utilidade.Os inconvenientes deste "annus horribilis" (…) mostram que a Suíça,mesmo para os seus melhores amigos, já não é o precioso agente estabilizador que durante tanto tempo protegeram.
Se ninguém se deixar iludir pelo impacto directo deste manifesto, será possível relançar oportunamente o debate sobre a posição da Suíça no panorama europeu."Haverá melhor ambição para um dia de Festa Nacional?", interroga-se o diário suíço.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.