"Caminho livre para Rubalcaba", refere La Vanguardia. O ministro do Interior será o candidato à sucessão do primeiro-ministro, José Luís Zapatero, que não se candidata em 2012. A sua principal adversária, a ministra da Defesa, Carmen Chacón, "muito afetada, retira o seu apoio" e não se apresenta às primárias do Partido Socialista (PSOE), apesar de contar com o apoio de Zapatero, explica o diário. Depois de uma semana de crise dentro do PSOE, provocada pela pesada derrota nas eleições locais de 22 de maio, Chacón é "a última vítima política" de Zapatero, estima José Antich, diretor de La Vanguardia. O primeiro-ministro "arriscava-se a ter um epitáfio político de dimensões colossais: um partido fraturado e uma demissão forçada do cargo de Secretário-Geral". Um preço demasiado alto, "mesmo para um político que já deu provas de ter mais vidas que um gato". Alfredo Pérez Rubalcaba é agora "a única bóia de salvação dos socialistas" perante a oposição conservadora, conclui o jornal.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.