“Is féidir linn” (“Yes, we can”), é o título do Irish Independent. Por ocasião da sua visita de um dia a uma Irlanda economicamente endividada, o presidente norte-americano, Barack Obama, disse em irlandês o seu slogan de campanha, “Yes, we can”, “para transmitir a força da determinação e da esperança”. Naquilo que o diário irlandês descreve como um “dia memorável”, o presidente Obama, dirigindo-se a uma multidão de 40 mil pessoas na capital da Irlanda, afirmou que "Este pequeno país que inspira grandes feitos – os dias de glória ainda estão para vir. Os maiores triunfos, nos EUA e na Irlanda, ainda não chegaram.” Antes do discurso, o Presidente norte-americano visitou Moneygall, a vila natal dos seus antepassados, em County Offaly, “[e] pediu uma Guinness no Ollie Hayes's Bar.” Uma semana depois da visita da Rainha Isabel II, o diário irlandês volta a viajar: O “descendente de um jovem emigrante de uma vila irlandesa – um homem que personifica o sonho americano. Um orador nato, que nos lembra que a possibilidade de um futuro mais brilhante surge radiante à nossa frente”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.