Nos últimos meses, o número de automóveis incendiados em Berlim por mão criminosa, em Berlim cresceu significativamente :85 no dia 1 de Julho de 2009, contra um total de 113 em todo o ano de 2007, escreve o Neue Zürcher Zeitung , interrogando-se sobre qual será a razão que explica a existência destes crimes: que se interroga sobre a razão destes crimes. "A polícia recebe reivindicações dos malfeitores que dizem detestar automóveis de luxo’, e adorar chatear os ricos". Será que legitima o vandalismo?" São estas as perguntas que temos de fazer, conclui o NZZ.
Uma boa parte da esquerda berlinense suspeita igualmente que os culpados pertencem a grupúsculos independentes. O que pensar de tais comportamentos? "A simpatia domina […] entre os coitadinhos dos berlinenses", responde o diário suíço. O discurso político está coroado de ataques contra "os ricos" nas fileiras do Die Linke, o partido de esquerda, mas também na comunicação social, e até os conservadores dão mostras de terem abandonado "os ricos" como base eleitoral. "Será que este tom acusador pode legitimar o vandalismo?"
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.