“Hoje é Super Quinta-Feira e as expectativas são elevadas”, traz o Independent em manchete, referindo-se ao referendo de hoje acerca da alteração do sistema eleitoral britânico. Proposto pelos Liberais Democratas, o setor júnior do Governo de coligação britânico, como acordo entre o atual sistema de escrutínio uninominal e o objetivo final de representação proporcional do partido, o entusiasmo não é muito e o Não é um voto esperado. O líder dos Liberais Democratas, “Nick Clegg espera ansioso pelo veredicto do público acerca do muito desejado objetivo do seu partido, para se livrar do sistema de escrutínio uninominal”, resume o diário. Como grande defensor da votação da reforma, este sugere um razoável número de “razões para votar Sim”, incluindo comentários de leitores e citações dos demónios negros liberais, como as do líder de direita Nick Griffin, do ilustre conservador Norman Tebbit e do proprietário de um clube de striptease Peter Stringfellow, acerca das razões que os levam a opor-se à alteração do sistema.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.