A organização da quinta edição do encontro da Juventude Húngara da Transilvânia (TMA), que se realiza de 5 a 9 de Agosto, em Gheorghieni, na Roménia, já está a ser um foco de tensões - escreve o diário romeno Evenimentul Zilei.
Entre os 10 mil jovens magiares oriundos de toda a Europa, aguarda-se a presença do convidado de honra, Vona Gabor, presidente do Jobbik, o partido de extrema-direita húngaro."Extremismo húngaro à custa dos romenos?", pergunta o diário, que constata o facto de a organização do encontro ter sido financiada com dinheiro público."De maneira nenhuma", contrapõe o presidente da TMA:"Convidámos o Jobbik para ficarmos a saber como é que um partido passa de 1 a 15%, que foi o resultado que obtiveram nas últimas eleições europeias!"
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.