Logo depois de ter saído de um enésimo escândalo de corrupção, a República Checa "é repreendida por causa do sistema pouco transparente de financiamento dos partidos políticos", noticia o Hospodářské noviny. Este diário de Praga cita um relatório do Grupo de Estados contra a Corrupção (GRECO), segundo o qual, "se o país quiser obter progressos no combate à corrupção, os políticos deverão divulgar mais informações sobre o financiamento dos partidos". O GRECO, que é um órgão do Conselho da Europa, refere que "os partidos políticos recorrem a diversos intermediários para ir buscar dinheiro aos cofres das empresas públicas", que "as suas despesas eleitorais reais são mais elevadas do que as declaradas" e que "o mecanismo de controlo representado pela comissão parlamentar composta por políticos é meramente formal". Mas, adianta o Hospodářské noviny, "os analistas de Estrasburgo não são os únicos a ter dúvidas”. "O combate à corrupção é uma das prioridades do novo embaixador americano em Praga, Norman Eisen", acrescenta o jornal.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.