"A Catalunha desafia o Governo com o seu fraco plano para reduzir o défice", traz El País em título, na sequência de um encontro "tenso" do Conselho de Política Financeira e Fiscal em Madrid, entre Elena Salgado e os conselheiros económicos das comunidades autónomas espanholas. A ministra da Economia "rejeitou os ajustamentos elaborados por seis governos regionais", observa o jornal, o que terá provocado "confrontos duros entre o Governo central e as regiões, especialmente a Catalunha”. El País observa que a dívida pública espanhola continua abaixo da média europeia, mas algumas comunidades autónomas estão "à beira da asfixia financeira”. O jornal acrescenta que "a vitalidade da coordenação tributária é essencial para afastar dúvidas sobre o défice público", numa altura em que "Bruxelas vigia as finanças de países em dificuldades" e em que os mercados desconfiam da “capacidade das instituições europeias em orientar essa coordenação fiscal mínima que agora não pode falhar em Espanha".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.