"Uma proteção jurídica mais importante para os ciganos", titula o Svenska Dagbladet, por ocasião do lançamento do relatório do Provedor contra a discriminação étnica em relação aos direitos de quase 50 mil ciganos que vivem na Suécia. Neste documento, esta figura mediadora constata que as discriminações fazem parte da realidade quotidiana dos ciganos neste país e preconiza a revisão da atual legislação a fim de assegurar uma proteção eficaz dos seus direitos em termos judiciários. O jornal constata, com efeito, que as discriminações são particularmente difíceis de provar no setor dos serviços sociais, "um domínio onde inúmeros ciganos apresentam denúncias sem conseguirem indemnizações", explica, ao jornal, um membro do Gabinete do Provedor.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.