E-comércio, soluções de tecnologias de informação e assessoria jurídica – “Um negócio seguro”, titula o Dziennik Gazeta Prawna. O diário de Varsóvia refere que, desde o início de 2011, a maioria (1222) das novas empresas criadas no país oferece serviços de comércio electrónico. As empresas de contabilidade e de assessoria jurídica não podem queixar-se de um ramo de negócios com um número cada vez maior de empresários, geralmente perdidos num labirinto de normas jurídicas, frequentemente necessitados de aconselhamento profissional. Porém, o pior é que o número de empresas que encerram funções na Polónia continua a ser superior ao número de novas empresas, com a provável falência de mercearias, salões de beleza e empresas de transporte, estas últimas por causa da subida do preço dos combustíveis.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.