Jarosław Kaczyński é "primeiro-ministro da 4ª. República no exílio", escreve o Polska The Times. Segundo este diário de Varsóvia, o líder do partido Lei e Justiça (PiS), a principal formação da oposição da Polónia, "partiu para a guerra", no momento em que o seu país se prepara para assumir a presidência rotativa da UE. Numa iniciativa que representa o arranque da campanha para as eleições parlamentares do próximo outono, Kaczyński procura "retirar legitimidade ao Governo e ao Presidente". O Polska The Times acrescenta que o líder do PiS "não comparece aos principais debates no Parlamento ou retira-se ostensivamente, após discursar, e recusou um convite para o Conselho de Segurança Nacional". Depois de ter declarado abertamente que nunca apertará a mão ao Presidente Komorowski, Kaczyński afirmou que as vítimas do acidente aéreo de Smoleńsk, em 10 de abril de 2010, no qual morreu o seu irmão gémeo, o então Presidente Lech Kaczyński, foram "traídas ao amanhecer". O líder do PiS está a "arruinar a credibilidade das instituições do Estado" e, por isso, a "destabilizar a democracia", lamenta, no mesmo jornal, o cientista político Kazimierz Kik.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.