A Alemanha começa a ter dúvidas quanto à sua participação nos planos de resgate da zona euro. “O âmbito da autorização é imprevisível”, titula o Handelsblatt citando um relatório de especialistas do Bundestag. O diário económico revela que este estudo elaborado por juristas do Parlamento alemão alerta para os custos ocultos do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) que deverá entrar em vigor em 2013.
Este fundo, dotado de 500 mil milhões de euros, deverá ser financiado pelos Estados-membros que darão, também, garantias financeiras em caso de dificuldades de pagamento de alguns deles. Com esta garantia, sublinham os especialistas, “põe-se em marcha um processo no fim do qual a soma a pagar pode ser muito mais elevada, sem que o Parlamento possa exercer uma influência decisiva”. E, feitas as contas, escreve ainda o Handelsblatt, ao pôr em perigo a estabilidade monetária, a Alemanha ficaria numa situação que contrariará a sua própria Constituição. Para contrariar esse risco, revela ainda o jornal, o Tribunal de Contas da União considera que o Parlamento deve determinar a natureza e o montante da contribuição alemã para o MEE.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.