O Rochedo de Gibraltar vai receber o ministro espanhol dos Negócios Estrangeiros, Miguel Angel Moratinos, naquela que é a primeira visita de um membro do Governo espanhol àquele território britânico, desde a sua cessão em 1713 pelo Tratado de Utreque. A Espanha nunca desistiu de contestar esta situação. O ministro “será recebido sob as bandeiras do Reino Unido e de Gibraltar penduradas às janelas, para mostrar a rejeição das reivindicações espanholas sobre a colónia”, precisa o diário El País. Mas o primeiro-ministro de Gibraltar, Peter Caruana, não vê nisso nenhum “gesto hostil”, de acordo com o jornal madrileno. A visita, que se inscreve no âmbito do III Fórum de Diálogo sobre Gibraltar, provocou uma enorme controvérsia interna em Espanha, e o Partido Popular (oposição, de centro direita) manifestou o seu desacordo, considerando que a presença do ministro dos Negócios Estrangeiros deixava entender que o Rochedo devia ser considerado “um país soberano”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.