De Volkskrant, 11 abril 2011
"Alphen de luto depois de banho de sangue", titula De Volkskrant. A 9 de abril, um homem de 24 anos disparou sobre a multidão de um centro comercial em Alphen aan de Rijn, a sul de Amesterdão, matando 6 pessoas e ferindo outras 17 antes de se suicidar. O atirador, sócio de um clube de tiro, era titular de diversas licenças de porte de arma, mas não da arma automática que utilizou. "Será que os regulamentos dos clubes de tiro e do porte de arma são suficientemente rígidos na Holanda?", questiona o Trouw. O motivo desta atitude continua por desvendar. Embora o assassino tivesse "antecedentes psiquiátricos e fosse claramente suicida", nota De Volkskrant, é preciso "ter em conta a possibilidade de este ato de crueldade não ter explicação".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.