Novo endurecimento da política de imigração na Áustria: "Polícia autorizada a entrar nos apartamentos", diz o título de Die Presse, referindo-se aos projetos da muito ativa ministra do Interior, Maria Fekter (ÖVP). A ministra pretende autorizar a polícia a inspecionar residências e veículos, sem mandato judicial, em caso de suspeita da presença de um clandestino. Este artigo da nova lei dos estrangeiros foi elaborado em conjunto com o parceiro de coligação SPÖ e será submetido à votação dos deputados no presente mês de abril. "Fekter estabelece a suspeita generalizada de que um estrangeiro é um clandestino ou um criminoso", escreve Die Presse. "Mas os direitos cívicos não são apenas para os detentores de passaporte austríaco. Se a sua filha tiver um amigo estrangeiro e se, para mais, esse amigo for africano (…), o seu apartamento pode ser inspecionado por suspeita de drogas. Quem é que nos diz que esse direito a passar revista não será alargado a todos os austríacos mal-amados? Um dia, os austríacos terão de ter em casa um polícia para ficarem, à partida, acima de qualquer suspeita."
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.