No início do Verão, a Dinamarca decidiu criar um comando árctico e uma força operacional no Norte, noticia o Politiken. Oficialmente, trata-se de uma adaptação às mudanças climáticas que vão provocar mais navegação, mais extracção de matérias-primas e, por conseguinte, potencialmente mais conflitos na região árctica. Mas o diário considera que a Dinamarca tenta reforçar a sua posição militar na corrida às matérias-primas, nomeadamente o petróleo.
O Politiken recorda que os países próximos do Oceano Árctico – Dinamarca (devido à Gronelândia), Estados Unidos, Rússia, Noruega e Canadá – têm todos reivindicações territoriais sobre a zona. Enquanto esta questão não for resolvida, cada um começa a “preparar-se” militarmente. Mas o diário considera que ela devia ser regulada pelas Nações Unidas e que “com a sua longa tradição de respeito pelo direito público internacional e a importância que atribui à ONU, a Dinamarca podia efectivamente tomar a dianteira”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.