Na Gazeta Wyborcza, Jacek Bocheński presta homenagem a Leszek Kołakowski, o mais influente filósofo polaco do século de XX, falecido na sexta-feira. “Começou e ganhou a batalha contra o comunismo, mas lutou de uma maneira diferente. Lutou contra algo que experimentou, viveu e com que, por um curto período de tempo, até colaborou” – escreve Bochenski. Kołakowski foi o primeiro a esbofetear o comunismo e sofreu as consequências (foi forçado a sair da Polónia em 1968) da sua rebelião. “Era incrivelmente corajoso” – recorda Bochenski, acrescentando que Kołakowski foi um exemplo para a oposição democrática da Polónia. “Permaneceu agnóstico até à morte, mas nunca foi um inimigo da religião, foi até seu amigo.“ Num país dominado por “oportunismo eclesiástico”, o seu respeito "sábio com a religião, a transcendência, o sagrado era algo bastante invulgar” – conclui Bocheński.
Obituário
Até sempre Leszek Kołakowski
20 julho 2009
Presseurop
Gazeta Wyborcza
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.