No futuro, a "UE vai estar mais bem preparada para potenciais interrupções no abastecimento de gás natural", escreve o diário Rzeczpospolita , comentando o esboço de uma nova lei apresentada pela Comissão Europeia e que prevê um novo traçado para o sistema de transporte de gás na UE e a criação de reservas. Em caso de interrupções de fornecimento por parte da Rússia, os Estados-membros poderão ser fornecidos por fontes alternativas (depósitos de armazenamento ou outros países de UE). O patamar acima do qual Bruxelas activará o alerta vermelho e os Estados-membros serão chamados a ajudar os mais expostos será reduzido dos actuais 20% das existências, bastando uma diminuição de 10% numa interrupção de um só dia. Para que os Estados-membros da UE possam ajudar-se em tais situações, é necessário gastar cerca de 2 mil milhões de euros nas infra-estruturas de circulação, numa estimativa da Comissão. Marcel Vietör, perito do Conselho Alemão de Relações Exteriores (DGAP), acredita que, apesar dos custos significativos envolvidos, é provável que a proposta da Comissão seja aprovada. “Até os países energeticamente seguros compreendem as preocupações dos outros”, declarou o perito alemão ao Rzeczpospolita.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.