“Os bancos abandonarão o negócio?”, é o título de La Tribune, quando os resultados da segunda vaga de testes de resistência às instituições financeiras são esperados para hoje “com uma impaciência misturada com temor”, nas chancelarias europeias. Após o fracasso da edição de 2010 dos “testes de stresse”, “cujos resultados foram incapazes de prever a derrocada iminente do setor bancário irlandês”, “os reguladores europeus querem dar aos mercados uma fotografia, desta vez fiel, da solidez dos bancos do continente”. “Os resultados deverão trazer à luz do dia as disparidades entre países, Porque se certos bancos, nomeadamente os britânicos, franceses e italianos, parecem preparados para passar a prova, outros há que continuam descapitalizados, como os alemães, os irlandeses, os portugueses e as caixas de poupança espanholas”, acrescenta La Tribune.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.