A conferência sobre o “pós-Kadhafi”, que reuniu cerca de 40 países e organizações internacionais, em Londres, a 30 de março, saldou-se pela evocação da possibilidade de armar os insurrectos líbios e o Governo sueco mostrou-se “pronto a partir para a Líbia”, como notícia o Svenska Dagbladet, na primeira página. Estocolmo deverá participar na operação “Odisseia ao Amanhecer” com oito aviões de combate SAAB Gripen, escreve o diário, “em nome da entreajuda entre membros da UE”. A decisão sueca segue-se à declaração de solidariedade para com a NATO, assinada pela Suécia, que não faz parte da organização. É a primeira vez, desde a crise do Congo, em 1961, que o país que recentemente renunciou à sua neutralidade participa com aviões de combate numa missão da ONU, acrescenta o Svenska Dagbladet.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.