Com nove votos contra sete, o Tribunal supremo espanhol “fechou a porta na cara do Sortu”, escreve o Público. O partido independentista foi criado para suceder ao Batasuna, interdito por causa da sua proximidade com a ETA. O diário madrileno explica que o Tribunal considerou que o Sortu “também está dependente da ETA”, enquanto a esquerda independentista garante que participará nas eleições municipais de 22 de maio com “uma outra opção”, que poderá ser a presença de membros do Sortu em listas de um partido nacionalista legalizado. O diário basco El Correo considera, por seu lado, que o Sortu apesar “da sua atitude distante em relação ao seu passado e em relação à ETA” agiu de maneira “medida e limitada” e devia mostrar “exemplos mais categóricos da sua rutura com a ETA” para ser “democraticamente credível”. O Sortu dispõe agora de 30 dias para recorrer da decisão do Tribunal Constitucional.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.