O Centro Médico Académico de Amesterdão tenciona autorizar o congelamento de óvulos de mulheres solteiras para que estas possam ter filhos até aos 50 anos de idade. Esta notícia de primeira página nos jornais holandeses, fez estalar a polémica.O NRC Handelsblad, cita Guido de Weert, professor de Ética que refuta os argumentos contrários ao projecto. Este Professor considera que o primeiro argumento – é preciso deixar actuar a natureza – não tem fundamento, visto que "a medicina intervém constantemente na natureza".
Contesta o segundo argumento – não deve dar-se solução médica a um problema social –, afirmando simplesmente que"a tendência é as mulheres terem filhos cada vez mais tarde, inclusivamente nos Estados-membros que facilitam a articulação entre a vida familiar e profissional".O terceiro e último argumento refer o risco para a saúde da mãe e da criança.Também aqui o professor de Weert não vê qualquer inconveniente de maior:"Os estudos provam que é possível ter filhos até aos 50 anos de idade, desde que as mães se encontrem em boas condições físicas e psicológicas e sejam convenientemente acompanhadas."
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.