Dez anos depois da entrada em circulação do Euro, a União Europeia prepara-se para criar uma zona exclusiva de pagamentos – Sepa (Espaço Único de Pagamentos em Euros). O Governo francês adoptou, no passado dia 13, a directiva comunitária sobre os serviços de pagamento , e o dia 1 de Novembro como data limite para a sua transposição pelos outros estados-membros. O diário francês La Tribune recorda que "a abolição de fronteiras, a moeda única e o alargamento europeu são factores que promovem a mobilidade no seio do Velho Continente. No entanto, ao tentar efectuar um pagamento na Europa, são muito os europeus que se deparam com grandes dificuldades. O tempo de espera, as comissões exorbitantes e a incompatibilidade dos sistemas informáticos são os obstáculos que se colocam à concretização de um mercado único europeu".
A directiva servirá para "que os consumidores ficam mais informados em matéria de prazos, comissões e taxas de câmbio", prossegue o diário económico. Servirá no fundo para "reforçar a concorrência em benefício do consumidor autorizando formas de pagamento à margem dos bancos". Esta medida, estritamente regulamentada, marca o fim do monopólio bancário.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.