Ao impor a lei marcial a 13 de dezembro de 1981, o governo comunista do General Wojciech Jaruzelski, violou a constituição polaca e a lei internacional, afirma o Rzeczpospolita, referindo-se à decisão do tribunal constitucional de 16 de março. A lei marcial tinha sido imposta para esmagar o movimento Solidarność, a primeira organização sindical do bloco soviético. Aquela parou, também, as reformas na Polónia até aos acordos da “mesa redonda”, em abril de 1989.
O tribunal declarou que a lei marcial apenas podia ter sido introduzida em caso de guerra e a Polónia não se encontrava em estado de guerra com nenhum país naquela altura. “Esta é uma grande vitória póstuma para o meu marido. Mas acima de tudo um ato de justiça para todas as vítimas da lei marcial” afirmou a esposa do falecido Janusz Kochanowski, o Provedor de Justiça que trouxe o caso a tribunal em 2008. O Dziennik Gazeta Prawna reconhece que “cerca de 130 mil pessoas condenadas durante a lei marcial podem agora exigir um novo julgamento, absolvição e indemnização”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.