"Sócrates vai para eleições se PEC for chumbado”, é o título do Diário de Notícias. Numa entrevista à SIC o primeiro-ministro português afirmou que “se a Assembleia da República votar contra o PEC, estará a dizer ao Governo que não tem condições para se apresentar numa Cimeira Europeia [marcada para os próximos dias 24 e 25 de março] com medidas para conseguir a consolidação orçamental […] Então terá de ser devolvida a palavra ao povo”. José Sócrates disse, ainda, que o PSD é o único responsável pela crise política, se votar contra estas medidas. O novo plano de austeridade, anunciado pelo ministro das Finanças a 11 de março, levantou um coro de protestos contra o Governo, que foi acusado de não ter discutido, antecipadamente, essas medidas com o Presidente da República e com o Parlamento. O Diário de Notícias acrescenta que “tudo aponta para um chumbo do PEC e um Governo demissionário antes da cimeira europeia da próxima quinta e sexta-feira. Só um milagre evitará eleições antecipadas ainda na Primavera”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.