Depois de ter ameaçado dividir o partido ao meio, na década de 90, tudo indica que a Europa, no futuro próximo, será terreno minado para os conservadores britânicos de David Cameron. O londrino Daily Telegraph noticia a expulsão do novo vice-presidente do Parlamento Europeu, Edward McMillan-Scott. McMillan Scott, o mais antigo deputado dos Tories no Parlamento Europeu, que se candidatou ao lugar contra o candidato oficial do novo grupo de eurocépticos do grupo dos Conservadadores e Reformistas (ECR), ao qual também pertencem o grupo de conservadores de Cameron. “Mr McMillan-Scott”, refere o Telegraph, “não escondeu o seu incómodo” relativamente aos novos aliados conservadores birtânicos da Europa de Leste, nomeadamente no que respeita aos membros do Partido do Direito e da Justiça Polaco (PiS).
O PiS já repudiou manifestações homossexuais por as considerar "sexualmente obscenas” e é agora suspeito, nos círculos conservadores, de ligações ao “extremismo”. “O grupo dos conservadores e reformistas europeus”, avança o Telegraph, “surgiu depois de Mr Cameron prometer que os conservadores britânicos abandonariam o grupo integrista e federalista do Partido Popular Europeu”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.