O primeiro-ministro dinamarquês “tirou o tapete” à sua ministra da Integração, constata o Politiken. No dia 8 de março, Lars Løkke Rasmussen (do Partido Liberal) destituiu Birthe Rønn Hornbech (também do Partido Liberal), responsável pela recusa quase sistemática de pedidos de cidadania apresentados por jovens apátridas, principalmente palestinianos. Anunciou igualmente a criação de uma comissão de inquérito. O Politiken espera que essa comissão esclareça também as responsabilidades de outros ministros e altos funcionários. O diário pede respostas para antes das eleições legislativas, que se realizarão, o mais tardar, a 12 de novembro: “Assim, os eleitores poderão pronunciar-se com conhecimento de causa sobre a política de imigração do Governo”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.