"Governo e partido ecologista travam democratas suecos sobre política de asilo", congratula-se o Dagens Nyheter, que fala em acordo "histórico". A 3 de março o Governo conservador sueco e os ecologistas chegaram a acordo sobre estratégias para facilitar o acesso à assistência e ao ensino aos estrangeiros "sem papéis" e ao reagrupamento familiar e para reformar a política de imigração do trabalho. "Os cinco partidos [da coligação de direita] privam os Democratas da Suécia, partido assente num único assunto, o seu próprio assunto político", nota o Dagens Nyheter ao fazer referência ao partido xenófobo que entrou para o Parlamento em setembro. "É simultaneamente ardiloso e democraticamente correto." "94,3 % dos eleitores suecos", lembra o jornal, "não votaram num partido xenófobo (…) Isto revela uma vontade genuína de assumir a responsabilidade das questões importantes e é preciso elogiar os ecologistas".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.