O contribuinte britânico volta a ser atacado, apregoa o Daily Mail: tudo porque o Governo britânico transfere “um milhão de libras para a prisão da… Nigéria”. A “confortável” prisão vai acolher 400 presidiários nigerianos que estão encarcerados em prisões britânicas, e que neste momento ainda não podem ser deportados para completar as suas penas.
“As prisões na Nigéria”, queixa-se o diário londrino, “são tão duras que qualquer prisioneiro (…) pode contestar a sua transferência alegando direitos humanos.” O Governo de Londres acredita que, ao melhorar as condições de uma prisão nigeriana segundo os padrões britânicos, os prisioneiros já poderão ser repatriados. Embora Lin Homer, director do Serviço de Fronteiras do Reino Unido, tenha afirmado que esta medida representa uma poupança para os contribuintes britânicos, o grupo de pressão TaxPayers' Alliance considera-a “um verdadeiro escândalo”. Por todo o lado, grupos defensores dos direitos humanos afirmam que as actuais condições das prisões nigerianas são “medonhas”, com mais de 50% dos prisioneiros a aguardar julgamento – “alguns há quase dez anos”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.