“Grã-Bretanha debaixo de fogo por vender armas ao Bahrain", é a manchete do Independent. O Governo britânico foi criticado por vender armas a vários Governos árabes que, nas últimas semanas têm reprimido os protestos pró democracia. O jornal noticia que, no ano passado, o Governo deu luz verde à venda de equipamento de controlo de multidões que incluiu “granadas de mão ofensivas, defensivas e de fumo”. A aprovação foi feita durante as eleições de outubro de 2010 no Bahrain, que ficaram marcadas pela enorme repressão contra a oposição xiita. Nos últimos dois dias pelo menos quatro pessoas foram mortas e 231 ficaram feridas durante os protestos que visam derrubar o impopular Governo deste pequeno Estado do Golfo Pérsico. O partido conservador no Governo há muito que mantém laços estreitos com o Bahrain, adianta o jornal.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.