"A lei de imprensa vai ser modificada", é título do Népszabadság, depois de conhecida a decisão do Governo de Viktor Orbán de alterar o controverso texto que entrou em vigor no início de janeiro. O Governo vai contemplar as achegas da Comissão Europeia relativas à liberdade de expressão e de difusão audiovisual. O diário húngaro explica que Budapeste está empenhada em proceder a “ajustes de ordem técnica” solicitados por Bruxelas e a retirar a disposição que prevê sanções por “ultraje” da parte de meios de Comunicação que publiquem “opiniões desfavoráveis que envolvam pessoas”. A exigência de uma “cobertura equilibrada” da informação será aplicada de forma “proporcionada” e a lei já não será aplicada aos bloguistas audiovisuais, aos canais de televisão pagos e aos meios audiovisuais instalados noutros países da UE. O Népszabadság saúda a decisão do Governo húngaro, mas lamenta que se trate apenas de um “compromisso”, lastimando que "a questão da independência do Conselho da Comunicação Social não seja contemplada".
Hungria
Budapeste aceita rever a lei da Comunicação Social
17 fevereiro 2011
Presseurop
Népszabadság Népszabadság, 17 fevereiro 2011
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.