"Jackson reinou sobre o mundo. Pela última vez", assim reza o título do Mladá Fronta DNES, um dia depois da grandiosa cerimónia do adeus à estrela pop, a 7 de Julho, em Los Angeles. "Terá sido o faraó quem morreu?", pergunta, com ironia, este diário checo. É certo que Michael Jackson era indiscutivelmente único. Mas porquê tamanha histeria? "Michael espalhou à sua volta bombas emocionais, talvez mais poderosas do que se pensava." Toda a gente se esqueceu do Michael Jackson processado por pedofilia e o seu nome volta a brilhar. O maior "show" desta estrela talvez tenha sido o seu próprio funeral, observa o crítico musical do MF DNES, Vladimír Vlasák, e "a sua nova carreira talvez venha a ser ainda mais rentável do que a da sua viagem terrestre".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.