“Barroso minimiza a posição de Lewandowski”, é o título do Rzeczpospolita, citando uma carta da secretária-geral da Comissão Europeia, Catherine Day, dirigida aos diretores da Comissão. De acordo com o diário de Varsóvia, aí se deixa claro que é ao presidente José Manuel Durão Barroso e ao “seu pessoal” da Comissão, e não ao comissário do Orçamento, Janusz Lewandowski, da Polónia, que compete o acompanhamento dos trabalhos do orçamento da UE para 2014-2020. Lewandowski será apenas um dos membros do “grupo de trabalho” liderado por Durão Barroso. O Rzeczpospolita considera ser isso revelador de que a Polónia não tem uma posição forte na UE, resultado de Varsóvia não ter “definido claramente as suas intenções”. “Em Bruxelas, respeitam os países ricos e aqueles que sabem o que querem. A Polónia não tem conseguido articular claramente os seus objetivos, desde a adesão à UE”, conclui o diário em editorial.
Comissão Europeia
Barroso apodera-se do orçamento da UE
10 fevereiro 2011
Presseurop
Rzeczpospolita Rzeczpospolita, 10 fevereiro 2011
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.