Jerzy Buzek é quase de certeza o próximo Presidente do Parlamento Europeu, refere o diário polaco Rzeczpospolita. A sua nomeação era previsível depois de os dois principais grupos parlamentares europeus – Socialistas e Democratas-Cristãos – terem chegado a acordo sobre esta matéria no início da semana. “Na primeira parte da legislatura, a assembleia será presidida por um democrata-cristão e, na segunda, por um socialista”, diz Tony Robinson, porta-voz do Grupo Socialista do Parlamento Europeu.
No seguimento da demissão do seu principal adversário, o italiano Mario Mauro, Jerzy Buzek tem boas possibilidades de ser eleito. Segundo os cálculos do Rzeczpospolita, com o apoio dos Democratas-Cristãos e dos Socialistas, Jerzy Buzek pode contar com 447 votos num total de 736 lugares no plenário. O Parlamento irá eleger o seu próximo Presidente na sessão de abertura em Estrasburgo, daqui a uma semana. De acordo com o Rzeczpospolita, o candidato polaco deveria contar ainda com o apoio dos Liberais, que “nada têm contra esta candidatura”, e com os deputados ao Parlamento Europeu dos novos Estados-membros, nos grupos mais pequenos, para quem a eleição de Jerzy Buzek, o primeiro Presidente de um antigo país comunista, seria o “símbolo das mudanças ocorridas na UE cinco anos após o alargamento”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.