“A UE quer restringir grandemente as suas regras de liberdade de informação, apenas sete anos depois de introduzidas”, segundo o EUobserver, para grande desgosto de um conjunto de cerca de 180 organizações pelos Direitos Humanos, grupos de pressão pela transparência e sindicatos de jornalistas. Com as novas regras, presentemente em avaliação em sede de comissão do Parlamento Europeu, “apenas documentos formalmente transmitidos serão disponibilizados a pedido de um membro do público”. Isto significa que os milhares de originais informais [isto é, relatórios e emails] trocados pelos responsáveis políticos europeus podem deixar de ficar sujeitos a um pedido ao abrigo da liberdade de informação. O website com sede em Bruxelas alerta para o facto de que as novas regras “vão igualmente permitir que os Estados-membros tenham justificação para recusar o acesso às suas comunicações com as instituições da UE e restringir o acesso aos originais envolvidos em disputas iniciadas pela comissão contra capitais nacionais”. Um membro da aliança Access !nfo convidou os deputados europeus a “pôr travões” a esta legislação restritiva e declarou que “os nossos representantes devem lutar para aumentar os direitos dos cidadãos, não para os reduzir”.
Parlamento Europeu
Liberdade de informação ameaçada
2 fevereiro 2011
Presseurop
euobserver.com
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.