”O sul da Europa é mais vulnerável ao aquecimento”, escreve o jornal Público, referindo-se ao estudo realizado pela Academia de Ciências dos EUA, a pedido da Comissão Europeia, publicado na revista PNAS a 1 de fevereiro. A pesquisa analisa os efeitos económicos do aumento da temperatura, causado pelo aquecimento global nas regiões europeias, em cinco áreas: agricultura, turismo, rios, zonas costeiras e saúde pública. "Um cenário quase catastrófico para a economia espanhola, e que tem uma data: o ano 2080", anuncia o jornal. Neste cenário, "o sul perde e o norte ganha" porque, de acordo com as projeções mais pessimistas – um aumento de 5,4°C de temperatura – "a produtividade agrícola será 25% menor e o nível do mar subirá quase um metro". “Só a Escandinávia e a Dinamarca tirarão proveito destas alterações", explica um dos autores do estudo, pois "a sua produtividade agrícola aumentará 52%”.
Alterações climáticas
Vai estar calor no “Club Med”
1 fevereiro 2011
Presseurop
Público
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.