"Uma primeira audiência sob tensão", constata o diário To Vima. To Vima. A 17 de janeiro deu-se início, em Atenas, ao julgamento dos presumíveis membros da Conspiração das "Células de Fogo". Treze pessoas, quatro das quais à revelia, são julgadas por pertencerem a um grupo terrorista. Este grupo, criado após os motins de dezembro de 2008, reivindicou uma dezena de atentados à bomba, sem vítimas, nomeadamente o envio de encomendas-bomba a embaixadas estrangeiras na capital, em novembro de 2010, e, mais recentemente, a explosão à frente da sede do Tribunal de Atenas. "No meio de uma multidão de polícias e jornalistas, numa atmosfera que se manteve ao longo desta primeira audiência, os jovens recusaram-se a testemunhar", acrescenta o jornal. "O tribunal adiou para dia 24 a divulgação dos pormenores do processo. O processo poderá, então, começar."
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.